CONVITE

ATENÇÃO

REUNIÃO DA CAMARA TEMATICA DE SEG. ALIMENTAR DO CONSAD (CTSANS) E REDE SANS

Todas as 1° quarta -feiras do mês.
Horario: 14 hs
Local: INCRA / IBS
End: Peru , 434 - Jd. America ( proximo a Nova Escapamento)

NÃO FALTEM...


segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Gestão em Segurança Alimentar - Curso EaD?

Gestão em Segurança Alimentar - Curso EaD?
A segurança alimentar é um dos problemas mais importantes de saúde pública em todo o mundo.
Nos tempos modernos, a distribuição dos alimentos é global, por isso, se um alimento se torna perigoso para a saúde, o risco de disseminação alargado de doença é elevado. As causas têm de ser identificadas rapidamente e os consumidores precisam de ser informados do perigo.
Para garantir a segurança alimentar, devemos saber:
  • Quais as causas das doenças provocadas pelos alimentos;
  • Quais as etapas do processo de produção que acarretam maiores riscos.
  • Como proteger o consumidor
Tendências na Segurança Alimentar:
  • Crescentes exigências do consumidor;
  • Seguimento ao longo da cadeia alimentar;
  • Transparência na produção; 
  • Documentação;
  • Comunicação ao consumidor;
  • Exigências mais rígidas das autoridades;
  • Certificados de inspecção independentes.
A DiDatus oferece um curso de Gestão em Segurança Alimentar totalmente à Distância (online), começa nesta próxima semana, voce pode gfarantir sua vaga, ainda é tempo.
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RESPONSABILIDADE TÉCNICA:
PARA ESTABELECIMENTOS PRODUTORES DE ALIMENTOS DE ORIGEM ANIMAL E CLINÍCAS E NEGÓCIO PET
A melhor forma de atuar no mercado, sendo reconhecido por um serviço cada vez mais importante e sério, é compreender quais os aspectos que regem os processos de fiscalização, acompanhamento de produção, atendimento, e o que deve o profissional junto ao estabelecimento pelo qual responde, valorizando o seu trabalho e melhorando substancialmente sua capacidade de negociar uma melhor remuneração e passar a ser um RT requisitado por vários clientes.  Seja seu próprio chefe, seja um RT qualificado e requisitado!

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 Aguardamos ansiosos pela sua participação em mais um curso da Didatus.

 Cordialmente
 Instituto Didatus de Pós Graduação

domingo, 20 de novembro de 2011

Observador internacional revela "lições e esperanças"

18 de novembro de 2011
Observador internacional revela "lições e esperanças"


Encerrada a 4ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, ocorrida na semana passada, em Salvador (BA), diversas pessoas escreveram ao Consea, ou em veículos de comunicação, abordando aspectos do evento.
Um dos convidados internacionais, o equatoriano Fernando Rosero, coordenador geral do Centro Andino de Formação de Líderes Sociais (Cafolis), relatou em artigo aquilo que observou na conferência.
Leia o artigo:
As políticas brasileiras de alimentação: muitas lições e esperanças para a humanidade
Fernando Rosero
Os quatro dias vividos na semana passada em Salvador, de 7 a 10 de novembro, na 4ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, nos deixaram muitas lições e uma grande esperança para a humanidade.
Nas plenárias e especialmente nos grupos de trabalho participaram mais de 1.600 agricultores familiares, mães de família, trabalhadores rurais, educadores, nutricionistas, líderes de organizações urbanas e comunidades tradicionais nas apresentações e discussões sobre o direito à alimentação, políticas de segurança/ soberania alimentar e a construção do Sistema Nacional de Segurança Alimentar Nacional.
Um amplo exercício de democracia participativa, no qual delegados e delegadas de 75 mil pessoas, de mais de 3.000 municípios, participaram ao longo dos últimos seis meses de conferências, compartilhando em uma atmosfera amigável as suas opiniões e propostas. Nestes espaços, os profissionais e especialistas - alguns deles de renome internacional - atuaram como facilitadores para esclarecer pontos, números, perguntas.
Alguns com maior facilidade de falar do que outros, todos os participantes revelaram estar apropriados do tema e suas consequências na vida cotidiana local. Além disso, os participantes mostraram que o planejamento no Brasil não é mais uma questão de profissionais iniciados, mas um conjunto de instrumentos que a serviço das pessoas em diferentes momentos de elaboração e implementação de políticas públicas.
Em particular, notamos o interesse das pessoas sobre a operacionalização das resoluções e orçamentos através de sua ênfase no monitoramento e avaliação de mecanismos de controle social. Este processo de participação em massa tem facilitadores dispostos a informar, tomar notas e sistematizar as opiniões, mas também tem programa de informática para coletar e processar as opiniões, comentários e observações, parágrafo por parágrafo, artigo por artigo.
Do ponto de vista conceitual, é interessante notar o salto qualitativo a partir da centralidade da segurança alimentar com foco no direito e na soberania, como discutido há quatro anos em Fortaleza, para a articulação desses três conceitos em nível municipal, estadual e nacional. Sem dúvida, a emenda constitucional de 2010, pela qual foi introduzido o direito à alimentação na Constituição brasileira, foi o tema central da Conferência realizada na Bahia.
Apesar do progresso de outros países, a necessidade de trabalhar essa questão em nível internacional levou o Consea e a Caisan a afirmar com maior ênfase a soberania alimentar nos diferentes níveis de governo.
Desde o início, as políticas de alimentação no Brasil têm se caracterizado por ser intersetorial e inclusiva. Já o vimos em Fortaleza, mas agora, na Bahia, foi notória uma maior presença dos povos indígenas, povos de terreiros, afro-brasileiros (quilombolas), mulheres, gays e comunidades tradicionais.
A alegria era um fio comum que emergia nos largos sorrisos dos participantes e do movimento dos corpos ao som da música durante os momentos de integração, mas que definitivamente explodiu no final, quando faltaram palavras de agradecimento para todos os membros do Consea, especialmente Renato Maluf e Chico Menezes, e os participantes aplaudiram, cantaram e dançaram por eles.
A 4ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional foi um passo muito importante na política de alimentação do Brasil e sua declaração final é portadora de uma mensagem clara de esperança por dias melhores para a humanidade e a saúde do planeta.
* Fernando Rosero, coordenador geral do Centro Andino de Formação de Líderes Sociais (Cafolis)

Fonte: Ascom/Consea

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

"E viva o povo brasileiro"

16 de novembro de 2011
"E viva o povo brasileiro"

Selvino Heck*
“Tem que haver mudança em toda sociedade/ Essa luta é nossa, é a luta do povo/ É nos quilombos que se constrói um Brasil novo”. Foi assim, cantando, que Xifronésia dos Santos, quilombola, presidente do Consea-SE, se expressou em nome dos povos e comunidades tradicionais – quilombolas, povos de terreiro, extrativistas, ribeirinhos(as), pescadores(as) artesanais, caiçaras, pantaneiros (as), geraizeiros (as), caatingueiros (as), vazanteiros (as), marisqueiros (as), seringueiros(as), faxinalenses, comunidades de fundo de pasto, pomeranos(as) e  povos ciganos – na mesa de encerramento da 4ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, realizada em Salvador, Bahia, de 7 a 10 de novembro, com a presença de 1626 delegados e delegadas da sociedade civil e governamentais de todo Brasil, 400 convidados nacionais e estrangeiros de todos os continentes.
A Conferência teve como tema central “Alimentação adequada e saudável: direito de todos”, e envolveu mais de 75 mil pessoas, representantes de 3.000 municípios, em todo seu processo de preparação. A Conferência foi um retrato do Brasil, com a presença e participação de representantes dos povos e comunidades tradicionais, indígenas, funcionários públicos, gestores, moradores de rua, mulheres, militantes da causa da segurança alimentar e da economia solidária, educadores populares, pequenos agricultores, sem-terras, conselheiros e conselheiras da saúde, da educação, do meio ambiente, num grande mutirão para assegurar a todos os brasileiros e brasileiras, no século XXI, uma alimentação adequada e saudável e, mais que tudo, o alimento como direito, agora consagrado no artigo 6º da Constituição.
Maya Takagi, secretária nacional de Segurança Alimentar e Nutricional do Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), resumiu a Conferência como “quatro dias muito intensos, de muitos trabalhos, mas que construímos com colaboração, dedicação, organização e paciência”.
Uma declaração política foi aprovada por unanimidade no final da Conferência. Nas palavras do presidente do Consea, Renato Maluf, “o texto apresenta a Conferência nacional e seus resultados para vários públicos: os envolvidos na mobilização social, governos nos três níveis – federal, estadual e municipal – e a sociedade brasileira, inclusive quem não sabe nada sobre direito à alimentação”.
Nas palavras de Naidison Batista, presidente do Consea-BA, “o documento vem de cada comunidade, de nossas lutas e foi culminando para chegar aqui. É resultado de construção coletiva, porque veio das nossas práticas e das nossas conferências. Celebramos conquistas e rememoramos algumas amargas derrotas”.
Diz o documento: “Afirmamos que todos os sete bilhões de habitantes do planeta têm direito à alimentação adequada e saudável todos os dias e a estarem protegidos contra a fome e outras formas de insegurança alimentar e nutricional. A capacidade de acesso a essa alimentação é limitada ou nula para um bilhão de pessoas, três quartos dos quais vivendo no meio rural. O modelo hegemônico de produzir, comercializar e consumir os alimentos e os instrumentos de sua regulação não tem sido capaz de assegurar esse direito e deve ser transformado. Apesar do enorme aumento da capacidade de produzir alimentos no mundo, vivemos a inaceitável situação de não ter a fome erradicada da face da terra, ao mesmo tempo em que arcamos com os impactos socio-ambientais e de saúde desse modelo hegemônico de produção e consumo”.
Prossegue: “A Conferência reafirma a necessidade de profundas alterações na ordem internacional que regula a segurança alimentar  e nutricional, por meio do fortalecimento do Sistema das Nações Unidas e dos espaços multilaterais com ativa participação das organizações da sociedade civil, como o Comitê Mundial de Segurança Alimentar. Todos os países devem buscar e ter asseguradas as condições de formular políticas nacionais soberanas e igualmente participativas, voltadas para a promoção do direito humano a uma alimentação adequada e saudável. Esses devem ser os principais objetivos da cooperação internacional, principalmente entre os países em desenvolvimento, reforçando o papel da FAO”.
A Conferência reconhece e valoriza “o significativo avanço já conseguido no Brasil na mobilização social pela soberania e segurança alimentar e nutricional, assim como na formulação e implementação de políticas públicas intersetoriais e participativas, que permitiram reduzir a miséria e ampliar o acesso de alimentos. É necessário seguir aprofundando a democracia em nosso país e o processo de desenvolvimento com distribuição de renda, com participação e controle social na elaboração, execução, monitoramento e avaliação das políticas. O caminho que vem sendo trilhado pelo Brasil é hoje reivindicado nas praças públicas do mundo pelas populações contrárias à continuidade de políticas que privilegiam uns poucos e promovem a concentração de renda. Com eles, solidarizamo-nos com nossos corações e mentes”.
A Conferência exalta a trajetória do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea) e a ação da Câmara Interministerial de Segurança Alimentar e Nutricional (Caisan), que “permitiu que se cumprisse a decisão presidencial de chegarmos ao 1º Plano Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional: “As ações previstas no Plano e outras iniciativas relacionadas com a segurança alimentar  nutricional, contando sempre com a participação das organizações da sociedade civil, cumprem papel central na realização dos objetivos previstos no Plano Brasil Sem Miséria”.
Mas há desafios, “decorrentes de nosso histórico de desigualdade social, das marcas deixadas pelo autoritarismo no Estado brasileiro e de um sistema político que limita a representação democrática”, entre os quais “o modelo agrícola concentrador de terra, pela monocultura intensiva em agrotóxicos e os riscos da utilização dos transgênicos”.
E propõe: “É preciso promover novas bases para um modelo de produção e consumo no Brasil, baseadas nos princípios da soberania alimentar, sustentabilidade, justiça social e climática e participação social”. Assim como “avançar imediatamente na concretização do direito à terra, dos programas de Reforma Agrária (...), na garantia dos direitos territoriais e no acesso à terra e recursos naturais para os povos indígenas”.
Por fim, a Conferência, através de sua declaração política, afirma os seguintes princípios fundamentais: “A alimentação adequada e saudável, como direito humano fundamental e universal de todos e todas e como obrigação do Estado; a soberania e a segurança alimentar e nutricional como eixo estratégico do desenvolvimento sócio-econômico do país; a participação da sociedade civil; o fortalecimento do papel regulador do Estado; a intersetorialidade na concepção e gestão das políticas públicas de segurança alimentar e nutricional; o respeito e a garantia dos princípios do etno-desenvolvimento como eixo orientador das políticas públicas de segurança alimentar e nutricional".
O parágrafo final diz: “Reafirmamos que o futuro do Brasil e do mundo depende do aprofundamento da democracia participativa e redistributiva, para assegurar o direito humano à alimentação adequada, a soberania e segurança alimentar e nutricional”.
Tinha, pois, inteira razão o ministro Gilberto Carvalho, da Secretaria Geral da Presidência da República, quando disse na fala de encerramento: “A contribuição que essa Conferência traz será levada a Brasília, como as questões da água, agrotóxicos, agroecologia, indígena, agrária. Queremos permanentemente manter esse diálogo, essa relação que só faz reafirmar esses projetos”. E terminou: “Que inveja de vocês! Quando cheguei, vocês estavam cantando ‘Caminhando e cantando’... E me perguntei: o que eu estava fazendo nesta semana que não estava aqui nestes quatro dias? Que todas e todos voltem para seus estados revitalizados e entusiasmados com o nosso projeto, para que cada cidadão tenha o seu direito respeitado e a sua cidadania garantida. E viva o povo brasileiro!”.
* Selvino Heck é assessor especial da Secretaria Geral da Presidência da República


Fonte: Ascom/Consea

Abrandh oferece curso gratuito sobre DHAA e Sisan

16 de novembro de 2011
Abrandh oferece curso gratuito sobre DHAA e Sisan


A Ação Brasileira pela Nutrição e Direitos Humanos (Abrandh) abriu inscrições para o curso "O Direito Humano à Alimentação Adequada (DHAA) e o Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan)".
O curso é gratuito, na modalidade a distância (via Internet) e possui 2.000 vagas. O objetivo é capacitar atores sociais (governo e sociedade civil) que atuam no campo da segurança alimentar e nutricional, buscando contribuir com a construção de competências individuais e coletivas para impulsionar a implementação do Sisan nos estados, Distrito Federal e municípios.
Podem se inscrever lideranças e representantes das organizações da sociedade civil, lideranças dos povos indígenas e comunidades tradicionais, integrantes de conselhos, servidores e gestores das diferentes esferas de governo, procuradores e promotores do Ministério Público e outros atores relevantes na promoção do DHAA e na implementação do Sisan.
O curso tem duração de 60 horas e será realizado em quatro meses. Para receber o certificado de conclusão, é necessário cumprir todas as atividades e avaliações propostas.
A iniciativa é fruto da parceria da Abrandh com a Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sesan), do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e Câmara Interministerial de Segurança Alimentar e Nutricional (Caisan).
Clique aqui para inscrições e informações.

Fonte: Ascom/Consea

Discurso presidente do Consea na abertura da 4ª CNSAN

Discurso presidente do Consea na abertura da 4ª CNSAN

"Estamos coroando uma ampla mobilização nacional da qual participaram mais de 75 mil pessoas, representando mais de 3.000 municípios de todo o país - desde a Reserva da Raposa Serra do Sol até o extremo sul - e um conjunto bastante diversificado dos setores que compõem a sociedade brasileira".
Esse foi um dos trechos do discurso do presidente do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), Renato S. Maluf, na solenidade de abertura da 4ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, realizada na última semana em Salvador, Bahia.
"Esse impressionante processo de mobilização nos permitiu chegar a uma conferência reunindo 1.626 delegados e delegadas e cerca de 400 convidados nacionais e estrangeiros", afirmou o presidente.
Clique aqui para ler a íntegra do discurso.

Fonte: Ascom/Consea