CONVITE

ATENÇÃO

REUNIÃO DA CAMARA TEMATICA DE SEG. ALIMENTAR DO CONSAD (CTSANS) E REDE SANS

Todas as 1° quarta -feiras do mês.
Horario: 14 hs
Local: INCRA / IBS
End: Peru , 434 - Jd. America ( proximo a Nova Escapamento)

NÃO FALTEM...


terça-feira, 6 de março de 2012

Cartilha orienta trabalhadores sobre uso de agrotóxicos

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou cartilha com dicas de como evitar intoxicações por essas substâncias químicas e com  informações sobre o  uso seguro desses produtos.

A cartilha ensina como os trabalhadores podem identificar os principais sintomas de intoxicação aguda por agrotóxicos, seja por via oral, dérmica e inalatória.  “Com esse material em mãos, a população terá acesso a orientações sobre como agir e qual socorro buscar no caso de intoxicação por agrotóxicos”, afirma o diretor da Anvisa, Agenor Álvares. 

A publicação da Agência também instrui os agricultores sobre as informações de classificação toxicológica dos agrotóxicos e as cores de rótulo e bula relacionadas a cada uma dessas classes.  Agrotóxicos classe I são extremamente tóxicos e são representados pela cor vermelha, os classe II são a altamente tóxicos e estão relacionados com cor amarela.

Já os agrotóxicos classe III são medianamente tóxicos e devem ser representados pela cor azul e os pouco tóxicos são de cor verde e estão na classe IV. “Essa classificação indica o grau de risco envolvido e não significa, de forma alguma, que os produtos das classes I e II são melhores que os demais no combate de pragas e doenças”, explica Álvares.

O material ensina, ainda, o trabalhador rural a compreender melhor as informações de rótulo e bula desses produtos.

De acordo com o último levantamento do Sistema Nacional de Informações Tóxico - Farmacológicas da Fundação Oswaldo Cruz, foram registrados 11.641 casos de intoxicação por agrotóxicos no Brasil, em 2009, com 188 óbitos.  Dados das próprias indústrias de agrotóxicos apontam que, desde 2008, o Brasil assumiu o posto de maior consumidor de agrotóxicos em todo mundo, com um mercado que movimentou mais de US$ 7 bilhões, naquele ano.

Já o Programa de Análise Resíduos de Agrotóxicos da Anvisa identificou  irregularidades em 28%  das 2.488 amostras coletadas pelo Programa em 2010. Deste total, em 24, 3% dos casos os problemas estavam relacionados à constatação de agrotóxicos não autorizados para a cultura analisada.

Já em 1,7% das amostras foram encontrados resíduos de agrotóxicos em níveis acima dos autorizados.  “Esses resíduos indicam a utilização de agrotóxicos em desacordo com as informações presentes no rótulo e bula do produto, ou seja, indicação do número de aplicações, quantidade de ingrediente ativo por hectare e intervalo de segurança”, evidencia Álvares.

Nos 1,9% restantes, as duas irregularidades foram encontradas simultaneamente na mesma amostra.

No total, foram impressos 20 mil exemplares da cartilha. Desse quantitativo, metade foi distribuída para os órgãos de vigilância sanitária estaduais e a outra metade será encaminhada para a Associação Brasileira de Supermercados, Ministério da Agricultura, Ministério da Saúde e Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea). O material também está disponível na página da Anvisa na internet.

Clique aqui  para ler a íntegra da cartilha.

Fonte: Ascom/Anvisa 

quinta-feira, 1 de março de 2012

PROGRAMA VIVA LEITE E O ACOMPANHAMENTO COM AS FAMILIAS

A REDE SANS COMEÇA SUAS AÇÕES DO ANO COM O PESSOAL DO VIVA LEITE.

TEREMOS ESTE MÊS DE MARÇO TRABALHO COM 03 BAIRROS DO MUNICIPIO SENDO 01 DELE RURAL E 02 URBANOS. COM O "TEMA DIREITOS DA NULHERES E OFICINA DE APROVEITAMENTO INTEGRAL DOS ALIMENTOS".

OS BAIRROS SÃO:

JD. PAULISTANO


DATA: 22/03/2012
LOCAL:  CRAS
HORARIO: 14:00 H


CAPINZAL/ INDAIATUBA/ CAPIMZAL/ CHEIA GRANDE 

DATA: 27/03/2012
LOCAL:  SALÃO DA IGREJA CATOLICA
HORARIO: 14:00 H


 CAIÇARA I / V. ROMÃO I e II / JD. SÃO MATHEUS

DATA: 29/03/2012
LOCAL: SALÃO DA IGREJA CATOLICA
HORARIO: 14:00 H

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

O uso de agrotóxicos na produção de alimentos

O conceito de sustentabilidade vem ganhando cada vez mais espaço na sociedade e sendo discutido em importantes fóruns e debates pelo Brasil. Dentro desse conceito, está um assunto que gera polêmica e divide opiniões entre os estudiosos: os agrotóxicos. Para discutir o tema sobre o uso de agrotóxicos na produção de alimentos, o Portal Dia de Campo entrevistou com exclusividade José Otávio Menten, presidente do CCAS (Conselho Científico para Agricultura Sustentável) e professor da Universidade de São Paulo.
Portal Dia de Campo -  Os agrotóxicos também são chamados de defensivos. O que é exatamente esse conceito de defesa vegetal?
Menten -  A defesa vegetal envolve todas as medidas para a proteção de plantas contra as pragas. Hoje, chamamos de pragas todos os agentes nocivos às plantas, envolvendo insetos, ácaros, fungos, bactérias, vírus e plantas daninhas.
O uso de agrotóxicos é um tema que gera bastante polêmica. Os defensivos são necessários para viabilizar a produção, mas alguns ainda questionam o risco que isso pode causar à saúde humana e ao solo. Eu gostaria que o senhor falasse um pouco sobre essa polêmica.
Tecnicamente, sempre defendemos o que chamamos de manejo integrado de pragas, ou seja, o uso simultâneo de todas as medidas, incluindo a utilização química dos defensivos quando necessário. Infelizmente, na nossa situação, os defensivos são fundamentais. Outras medidas de controle, como o biológico e o vazio sanitário, não são suficientes  para evitar ou reduzir os danos causados pelas pragas. Isso porque vivemos em um país tropical, onde o clima é extremamente favorável ao desenvolvimento dessas pragas. O importante é que esses produtos tenham boa qualidade e sejam utilizados de maneira adequada.
Para a liberação dos agrotóxicos, existe o conceito da ingestão diária aceitável. O senhor pode explicar melhor como se baseia esse conceito?
Todos os defensivos utilizados no Brasil devem ser registrados. O registro significa uma análise não só dos aspectos agronômicos. O defensivo, quando usado em determinada dose e em determinada cultura, é eficiente para o controle de determinada praga. Esse é o estudo de eficiência e praticabilidade agronômica. Existe outro estudo: o ambiental. Esses produtos, quando utilizados na dose que consta no rótulo e bula, não podem causar impacto ambiental. Essa análise é feita pelo IBAMA. Existe ainda um terceiro grupo de estudos: os toxicológicos. Eles determinam a ingestão diária aceitável de todos os produtos hoje comercializados.
Por que os produtos que não são utilizados em alguns países ainda são vendidos aqui no Brasil?
Isso pode ter duas razões. Uma delas é que, em determinados países, as culturas e as pragas não são as mesmas do Brasil. Então, produtos que são importantes para a agricultura no país, não necessariamente são importantes em países de clima temperado. Outra razão é que a severidade das pragas aqui existentes, em regra, é maior que nos outros países.
De que forma a utilização de agrotóxicos se encaixa no conceito de agricultura sustentável?
Quando falamos em agricultura sustentável, temos que analisar três aspectos. Um deles é o econômico. As pragas causam hoje, no país, 40% de redução no rendimento. Se não estivéssemos utilizando defensivos, a produção média de todas as culturas seria 40% menor do que hoje. A sustentabilidade também passa por aspectos sociais. Então, temos que utilizar apenas defensivos registrados para não expor o homem do campo a qualquer risco de intoxicação. Existe ainda o aspecto ambiental, ou seja, só aplicar defensivos quando realmente for necessário obedecendo todas as prescrições e evitando qualquer tipo de impacto ambiental.
Eu gostaria que o senhor falasse sobre uma questão importante para os agricultores: a tecnologia de aplicação dos defensivos. Muitas vezes, o residual do produto é muito grande porque os produtores ainda aplicam os defensivos de forma inadequada.  Quais são as recomendações da CCAS para a aplicação de agrotóxicos?
Todos os envolvidos com a aplicação de defensivos devem seguir rigorosamente o que está escrito no rótulo e bula. Devem procurar se atualizar e participar de treinamentos para utilizá-los adequadamente. Deve haver ainda um processo de verificação sistemática das boas condições dos aparelhos de aplicação. Deve-se ainda obedecer a aspectos como o ambiente de aplicação, sem muito vento ou calor excessivo. Além disso, obedecer rigorosamente ao período de carência.
Outra questão importante é a prática de algumas revendas que empurram os produtos, muitas vezes sem necessidade, aos produtores menos informados. De que forma isso atrapalha todo o processo?
O primeiro aspecto nesse caso é o ético. Essa prática não é aceitável e não faz parte dos procedimentos de um profissional bem formado. O técnico que prescrever qualquer defensivo agrícola desnecessário deve ser punido ou levado a uma reciclagem para que adote procedimentos adequados.
No final do ano passado, saiu mais um ranking da Anvisa sobre o residual de agrotóxicos nos alimentos. Qual a sua opinião em relação à repercussão que houve?
O grande problema é a maneira como a Anvisa divulga esses dados, como se nossos alimentos estivessem inadequados. Os próprios dados da Anvisa não refletem esse problema. As maiores percentagens de amostras consideradas irregulares se referem à presença de produtos em doses pequenas, mas de produtos não registrados para determinadas culturas. Isso é um problema muito mais legal do que de saúde. O monitoramento de resíduos é importante, mas deve ser muito bem explicado para a sociedade para evitar qualquer tipo de pânico infundado.
Existe algum programa que faça a rastreabilidade desse percentual de agrotóxicos?
No Brasil, temos dois grandes programas de monitoramento de resíduos de defensivos em alimentos. Um deles é a Anvisa, que tem maior repercussão. O outro é feito pelo Ministério da Agricultura: o Programa Nacional de Contaminantes e Resíduos. Esse programa tem a rastreabilidade de todas as amostras analisadas, o que permite o retorno para que ações educativas sejam feitas com quem produziu a amostra. Já o programa da Anvisa, não possui essa rastreabilidade.
Em relação a outros países no mundo, como está o Brasil na questão do residual de agrotóxicos nos alimentos?
Tirando o problema dos produtos não registrados, estamos nos mesmos níveis de cerca de 3% a 4% de amostras acima do limite máximo definido pelos órgãos de saúde.
Os produtores brasileiros podem afirma hoje que o Brasil produz alimentos saudáveis?
Estou seguro que sim. Essas análises que vêm sendo feitas, tanto pela Anvisa como pelo Ministério da Agricultura, nos permite dizer que produzimos alimentos saudáveis e que a população pode consumir com segurança. No entanto, esses 3% a 4% de amostras acima do limite máximo de resíduos estipulado serve de alerta para que nós estejamos atuando no treinamento para tentar zerar esses poucos casos de produtos que estão acima do limite permitido.
*José Otávio Menten, Presidente do CCAS (Conselho Científico para Agricultura Sustentável) e professor da Universidade de São Paulo.
Fonte: Portal Dia de Campo
Pechtoll – 15/02/2012.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Governo federal desenvolve ações de educação alimentar e nutricional


Adriana Scorza
A má alimentação do brasileiro, que gera tanto desnutrição quanto sobrepeso e obesidade, é tema prioritário de políticas públicas do governo federal. Para desenvolver ações de educação alimentar e nutricional nos serviços de saúde, assistência social e educação, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) firmou parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e a Universidade de Brasília (UnB).

"O quadro das condições de saúde da população é preocupante. Convivemos tanto com a desnutrição, em algumas regiões prioritárias, quanto com o aumento do sobrepeso e da obesidade", diz a coordenadora-geral de Educação Alimentar e Nutricional do ministério, Patrícia Gentil. "Metade da população brasileira adulta está com sobrepeso e 15%, com obesidade, índice que aumenta 1% a cada ano. " A elevação da obesidade tem crescido, principalmente, nas famílias mais vulneráveis." Às vezes, situações de desnutriçã o e também de obesidade coexistem na mesma família."

As ações visam informar e educar a população para que tenha hábitos e modos de vida mais saudáveis.

Aperfeiçoamento – Curso de educação a distância, com duração de 120 horas, para 2 mil profissionais que atuam com o Programa Bolsa Família também será oferecido. Recursos de R$ 2,3 milhões serão investidos em 500 municípios prioritários do Plano Brasil Sem Miséria.

O objetivo é que após o aperfeiçoamento oferecido, esses profissionais possam colocar em prática projetos locais de educação alimentar com ações articuladas com a saúde, a assistência social e a educação. “O projeto deve ser integrado e olhar o grupo familiar como um todo”, explica a coordenadora. “Pretendemos atingir cerca de 10% das famílias beneficiárias do programa de transfereência de renda federal nos municípios prioritários.”

Educaç ão alimentar – Para definir um marco teórico nas políticas públicas e elaborar protocolos nos serviços públicos, como restaurantes populares, cozinhas comunitárias, bancos de alimentos, postos de saúde, centros de assistência social e escolas, outro projeto pretende organizar a educação alimentar e nutricional nos serviços de saúde, na assistência social e nas escolas. Para isso, cooperação com o Observatório de Políticas de Segurança Alimentar e Nutricional da UnB foi assinada, em parceria com os ministérios da Saúde e da Educação. O valor é superior a R$ 530 mil.

Além disso, o projeto prevê a criação de uma rede social para mobilização de profissionais de diferentes áreas, de forma a apoiar estados e municípios no desenvolvimento de suas políticas.
Fonte: Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome

INFORMATIVO REDE SANS

 16 a 31 de janeiro de 2012 

             Encontro de articuladores regionais define ações para 2012

 

Nos dias 26 e 27 de janeiro, ocorreu o primeiro encontro deste ano dos articuladores regionais da Rede Sans. Na oportunidade, foi abordado o planejamento de 2012.



Reunião discute implantação de escola familiar agrícola em Botucatu

  
Na última quinta-feira, (26/1), foi realizada reunião na Prefeitura de Botucatu com o intuito de discutir a criação de uma escola familiar agrícola e a implementação de ações político-pedagógicas de educação alimentar nas escolas.


            
              Paraná contará com versão adaptada do Interanutri

  

O curso de educação a distância Interdisciplinaridade, alimentação e nutrição no currículo escolar (Interanutri professor), promovido pela Rede Sans, passará a ser oferecido no Estado do Paraná. A atividade acontecerá por meio de parceria entre o Instituto Harpia Harpya, entidade coexecutora da Rede Sans, a Fundação Parque Tecnológico e a Secretaria de Educação do Paraná.




Articulador da Rede Sans atuará em curso que visa a implementação do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional

Marcelo Mazeta Lucas, de Mauá, será o facilitador do curso a distância “Fortalecimento da implementação do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional nos níveis estaduais, distrital e municipais”, que tem início em fevereiro.
          
 
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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

REUNÃO DA REDE SANS DE REGISTRO

LOCAL: CEREST    
END:  FILOMENA  ABY AZAR, 45
CENTRO - ( PRÓXIMO AO RESTAURANTE ALTANEIRA)
HORARIO: 14 HS AS 16 HS




PAUTA:  BALANÇO DE 2011;
               PLANEJAMENTO DE 2012;
               COMSANS...