| 30 de março de 2012 | |
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CONVITE
ATENÇÃO
REUNIÃO DA CAMARA TEMATICA DE SEG. ALIMENTAR DO CONSAD (CTSANS) E REDE SANS
Todas as 1° quarta -feiras do mês.
Horario: 14 hs
Local: INCRA / IBS
End: Peru , 434 - Jd. America ( proximo a Nova Escapamento)
NÃO FALTEM...
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terça-feira, 3 de abril de 2012
Especialista apontará as oportunidades para o Brasil se tornar uma potência mundial
Alimentos orgânicos estão mais presentes na mesa do brasileiro
Os alimentos orgânicos cada vez mais presentes nas prateleiras dos supermercados e na mesa dos brasileiros. A crescente preocupação com a saúde alimentar tem feito com que produtos livres de aditivos químicos sejam boas pedidas na hora de montar o prato. A nutricionista Meg Schwarcz, há nove anos no Hospital Universitário de Brasília (HUB), afirma que esse tipo de alimento contribui para manter uma boa saúde. “Eles livram as pessoas da ingestão de substâncias químicas como pesticidas, que em grande quantidade podem causar gastrite, úlcera e até câncer”, explica.
Segundo o consultor da Temática de Orgânicos e Mercados Diferenciados da Secretaria da Agricultura Familiar (SAF), do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Alberto Wanderley, nos últimos três anos, o ministério investiu mais de R$ 39 milhões para impulsionar a produção de cerca de 87,4 mil agricultores familiares envolvidos com agricultura orgânica e agroecológica no Brasil.
O alimento orgânico tem conquistado mercado por ser produzido de forma natural, sem o uso de pesticidas, herbicidas e adubos sintéticos e por conter maior quantidade de vitaminas e sais minerais. Segundo a nutricionista Meg, além de vegetais, os produtos animais (como carnes e ovos) também podem ser considerados orgânicos se produzidos sem aditivos de hormônios e fertilizantes.
Nas prateleiras da Rede Pão de Açúcar, em Brasília, os orgânicos estão presentes em grande quantidade. Segundo o consumidor de produtos orgânicos Paulo Castelo Branco, esse tipo de alimento está na mesa de sua casa há muito tempo. “Minha família inteira consome orgânicos. Nós nos preocupamos com nossa saúde e sabemos que esses alimentos livres de produtos químicos são melhores”, conta. A consumidora Dalva Siade também apóia o consumo de orgânicos, “eles são mais saborosos e saudáveis”, ressalta.
De acordo com a nutricionista, a única desvantagem do alimento orgânico é o preço. “São muito mais caros do que os convencionais, mas prefiro gastar mais e comer algo benéfico, que vai me ajudar a manter uma boa saúde”, afirma a consumidora Neire Paulino. Ela conta que sente falta de mais opções e que os supermercados deveriam aumentar a variedade desse tipo de produtos. “Sinto falta de alguns produtos, como a cenoura, que começou a ser vendida agora, brócolis e as frutas, que quase não encontro”, relata.
Dentre os programas de incentivo específicos para a agricultura familiar orgânica ou agroecológica do MDA destacam-se o Pronaf Agroecologia e o Pronaf Sustentável. O Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) também está entre as ações do ministério voltadas ao incentivo à produção de alimentos orgânicos.
Por meio do PAA, o MDA oferece vantagens aos agricultores familiares que usam o sistema de produção agroecológica ou orgânica. O preço pago pelo produto orgânico é 30% maior do que o valor pago aos produtos convencionais.
A Cooperativa Mista dos Agricultores Familiares, Extrativistas, Pescadores e Vazanteiros (Coopcerrado) é um exemplo do aumento considerável da produção de alimentos orgânicos. A Coopcerrado existe há 12 anos e trabalha com vários produtos orgânicos do cerrado como o baru, um tipo de castanha, e a pava dantas, uma planta medicinal. Em 2011 sua produção foi de 300 toneladas de frutos que vão para a alimentação escolar por meio do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). A cooperativa fornece desde os chamados cookies, granola, 100 sabores de barras de cereais, até melancia, milho verde e abóbora.
Texto extraído (com resumo) do site www.mda.gov.br
Fonte: Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA)
Segundo o consultor da Temática de Orgânicos e Mercados Diferenciados da Secretaria da Agricultura Familiar (SAF), do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Alberto Wanderley, nos últimos três anos, o ministério investiu mais de R$ 39 milhões para impulsionar a produção de cerca de 87,4 mil agricultores familiares envolvidos com agricultura orgânica e agroecológica no Brasil.
O alimento orgânico tem conquistado mercado por ser produzido de forma natural, sem o uso de pesticidas, herbicidas e adubos sintéticos e por conter maior quantidade de vitaminas e sais minerais. Segundo a nutricionista Meg, além de vegetais, os produtos animais (como carnes e ovos) também podem ser considerados orgânicos se produzidos sem aditivos de hormônios e fertilizantes.
Nas prateleiras da Rede Pão de Açúcar, em Brasília, os orgânicos estão presentes em grande quantidade. Segundo o consumidor de produtos orgânicos Paulo Castelo Branco, esse tipo de alimento está na mesa de sua casa há muito tempo. “Minha família inteira consome orgânicos. Nós nos preocupamos com nossa saúde e sabemos que esses alimentos livres de produtos químicos são melhores”, conta. A consumidora Dalva Siade também apóia o consumo de orgânicos, “eles são mais saborosos e saudáveis”, ressalta.
De acordo com a nutricionista, a única desvantagem do alimento orgânico é o preço. “São muito mais caros do que os convencionais, mas prefiro gastar mais e comer algo benéfico, que vai me ajudar a manter uma boa saúde”, afirma a consumidora Neire Paulino. Ela conta que sente falta de mais opções e que os supermercados deveriam aumentar a variedade desse tipo de produtos. “Sinto falta de alguns produtos, como a cenoura, que começou a ser vendida agora, brócolis e as frutas, que quase não encontro”, relata.
Dentre os programas de incentivo específicos para a agricultura familiar orgânica ou agroecológica do MDA destacam-se o Pronaf Agroecologia e o Pronaf Sustentável. O Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) também está entre as ações do ministério voltadas ao incentivo à produção de alimentos orgânicos.
Por meio do PAA, o MDA oferece vantagens aos agricultores familiares que usam o sistema de produção agroecológica ou orgânica. O preço pago pelo produto orgânico é 30% maior do que o valor pago aos produtos convencionais.
A Cooperativa Mista dos Agricultores Familiares, Extrativistas, Pescadores e Vazanteiros (Coopcerrado) é um exemplo do aumento considerável da produção de alimentos orgânicos. A Coopcerrado existe há 12 anos e trabalha com vários produtos orgânicos do cerrado como o baru, um tipo de castanha, e a pava dantas, uma planta medicinal. Em 2011 sua produção foi de 300 toneladas de frutos que vão para a alimentação escolar por meio do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). A cooperativa fornece desde os chamados cookies, granola, 100 sabores de barras de cereais, até melancia, milho verde e abóbora.
Texto extraído (com resumo) do site www.mda.gov.br
Fonte: Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA)
terça-feira, 27 de março de 2012
FAO busca consultores de segurança alimentar e nutricional
A Organização das Nações Unidas para a Fome e Agricultura (FAO) publicou na última sexta-feira, 23, editais para a contratação de dois consultores, que atuarão na área de segurança alimentar e nutricional. É requisito obrigatório possuir mestrado na área de humanas, exatas, ciências sociais ou de saúde.
A primeira vaga é para elaborar metodologias de capacitação e estratégias de fortalecimento de Conseas estaduais e municipais. A segunda é para atualizar indicadores de segurança alimentar e elaborar metodologia de incentivo e formação de Conseas estaduais e municipais. Ambas as vagas são para Brasília (DF), na Secretaria Executiva do Consea Nacional, em consultorias que se estenderão até 29 de junho deste ano.
Para participar do processo seletivo, o (a) candidato (a) deve registrar seu(sua) currículo neste endereço.
Fonte: Ascom/Consea
segunda-feira, 26 de março de 2012
O que são alimentos transgênicos e quais os seus riscos
O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) divulgou em sua página na Internet uma reportagem sobre o que são alimentos transgênicos e quais são os riscos à saúde e à vida.
Segundo a publicação, transgênicos “são alimentos modificados geneticamente com a alteração do código genético, isto é, é inserido no organismo gene proveniente de outro. Esse procedimento pode ser feito até mesmo entre organismos de espécies diferentes (inserção de um gene de um vírus em uma planta, por exemplo). O procedimento pode ser realizado com plantas, animais e micro-organismos”.
Os transgênicos, segundo a reportagem, apresentam riscos à agricultura, à saúde e ao meio ambiente.
Riscos para agricultura: as espécies transgênicas são protegidas por patentes; o agricultor terá de pagar royalties para a empresa detentora da tecnologia. A consequência imediata é o aumento da dependência do agricultor em relação às empresas transnacionais do setor. Há também o risco de contaminação por meio de insetos ou do vento.
Riscos para saúde: são vários e graves os riscos potenciais, tendo os cientistas apontado como os principais deles: aumento das alergias; aumento de resistência aos antibióticos; aumentos das substâncias tóxicas; maior quantidade de resíduos de agrotóxicos.
Riscos para o meio ambiente: são muitos os perigos que os transgênicos podem oferecer ao meio ambiente. A inserção de genes de resistência a agrotóxicos em certos produtos transgênicos faz com que as pragas e as ervas-daninhas (inimigos naturais) desenvolvam a mesma resistência, tornando-se "superpragas" e "superervas".
“Para o Brasil, detentor de uma biodiversidade ímpar, os prejuízos decorrentes da poluição genética e da perda de biodiversidade são outros graves problemas relacionados aos transgênicos”, conclui o estudo.
Clique aqui para ler o documento na íntegra.
Fonte: Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor - Idec.
Segundo a publicação, transgênicos “são alimentos modificados geneticamente com a alteração do código genético, isto é, é inserido no organismo gene proveniente de outro. Esse procedimento pode ser feito até mesmo entre organismos de espécies diferentes (inserção de um gene de um vírus em uma planta, por exemplo). O procedimento pode ser realizado com plantas, animais e micro-organismos”.
Os transgênicos, segundo a reportagem, apresentam riscos à agricultura, à saúde e ao meio ambiente.
Riscos para agricultura: as espécies transgênicas são protegidas por patentes; o agricultor terá de pagar royalties para a empresa detentora da tecnologia. A consequência imediata é o aumento da dependência do agricultor em relação às empresas transnacionais do setor. Há também o risco de contaminação por meio de insetos ou do vento.
Riscos para saúde: são vários e graves os riscos potenciais, tendo os cientistas apontado como os principais deles: aumento das alergias; aumento de resistência aos antibióticos; aumentos das substâncias tóxicas; maior quantidade de resíduos de agrotóxicos.
Riscos para o meio ambiente: são muitos os perigos que os transgênicos podem oferecer ao meio ambiente. A inserção de genes de resistência a agrotóxicos em certos produtos transgênicos faz com que as pragas e as ervas-daninhas (inimigos naturais) desenvolvam a mesma resistência, tornando-se "superpragas" e "superervas".
“Para o Brasil, detentor de uma biodiversidade ímpar, os prejuízos decorrentes da poluição genética e da perda de biodiversidade são outros graves problemas relacionados aos transgênicos”, conclui o estudo.
Clique aqui para ler o documento na íntegra.
Fonte: Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor - Idec.
domingo, 25 de março de 2012
Acesso à água na zona rural: o desafio da gestão
| 22 de março de 2012 | |
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Eventos nacionais e internacionais reunirão nutricionistas em Recife
| 23 de março de 2012 | |
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No Reino Unido, pais apoiam restrição à publicidade de alimentos
Uma pesquisa com mil pais no Reino Unido mostrou que a maioria considera que a publicidade influencia na alimentação dos seus filhos. A maioria se mostrou a favor de algum tipo de restrição das propagandas de alimentos não saudáveis.
Segundo o estudo, 65% dos pais entrevistados apoiam a ideia da proibição das propagandas de alimentos e bebidas com altos teores de açúcares, gorduras e sal antes das 21h.
Na enquete, 72% dos pais afirmaram que, no mês anterior à pesquisa, compraram produtos como chocolates, doces e refrigerantes que não tinham a intenção de adquirir, mas só o fizeram pela insistência dos filhos – que eles chamam de “Nag Factor”.
Os dados estão de acordo com os resultados da pesquisa Datafolha, realizada no Brasil, em junho de 2011. A pesquisa foi encomendada pelo Criança e Consumo, do Instituto Alana. A enquete revelou que 79% dos pais entrevistados acreditam que a publicidade de alimentos não saudáveis prejudica hábitos alimentares das crianças.
Entre os entrevistados, 78% deles afirmaram que os comerciais de alimentos não saudáveis levam seus filhos a “amolar” (pedir muito) para comprar os produtos anunciados. Para 76% dos pais entrevistados, a propaganda dificulta os seus esforços para educar o filho a se alimentar de uma forma saudável.
As pesquisas mostram como os pais se sentem impotentes diante dos apelos comerciais direcionados a seus filhos e a necessidade de alguma legislação que regule as propagandas dirigidas a crianças, de forma a dar condições aos pais para que eles eduquem e conscientizem seus filhos quanto aos seus hábitos alimentares.
O Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), em todos os seus fóruns, instâncias e eventos tem defendido a regulação da publicidade de alimentos para crianças.
Na 4ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, realizada em novembro, em Salvador(BA), com a participação de 2.000 pessoas, defendeu a regulamentação da propaganda de alimentos voltada para o público infantil.
Fonte: Asbran e Consea
Segundo o estudo, 65% dos pais entrevistados apoiam a ideia da proibição das propagandas de alimentos e bebidas com altos teores de açúcares, gorduras e sal antes das 21h.
Na enquete, 72% dos pais afirmaram que, no mês anterior à pesquisa, compraram produtos como chocolates, doces e refrigerantes que não tinham a intenção de adquirir, mas só o fizeram pela insistência dos filhos – que eles chamam de “Nag Factor”.
Os dados estão de acordo com os resultados da pesquisa Datafolha, realizada no Brasil, em junho de 2011. A pesquisa foi encomendada pelo Criança e Consumo, do Instituto Alana. A enquete revelou que 79% dos pais entrevistados acreditam que a publicidade de alimentos não saudáveis prejudica hábitos alimentares das crianças.
Entre os entrevistados, 78% deles afirmaram que os comerciais de alimentos não saudáveis levam seus filhos a “amolar” (pedir muito) para comprar os produtos anunciados. Para 76% dos pais entrevistados, a propaganda dificulta os seus esforços para educar o filho a se alimentar de uma forma saudável.
As pesquisas mostram como os pais se sentem impotentes diante dos apelos comerciais direcionados a seus filhos e a necessidade de alguma legislação que regule as propagandas dirigidas a crianças, de forma a dar condições aos pais para que eles eduquem e conscientizem seus filhos quanto aos seus hábitos alimentares.
O Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), em todos os seus fóruns, instâncias e eventos tem defendido a regulação da publicidade de alimentos para crianças.
Na 4ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, realizada em novembro, em Salvador(BA), com a participação de 2.000 pessoas, defendeu a regulamentação da propaganda de alimentos voltada para o público infantil.
Fonte: Asbran e Consea
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